Católico fervoroso, era muito estimado pelo Papa Pio IX, como atesta J. M. Villefranche em sua biografia do Papa (J. M. Villefranche, Pio IX, Edições Panorama, São Paulo, 1948): ''Pio IX chorou D. García Moreno como vinte e sete anos antes tinha chorado o conde Rossi. Em muitas das suas alocuções elogiou o presidente do Equador, como o campeão da verdadeira civilização, e seu mártir. Mandou-lhe fazer exéquias solenes numa das basílicas de Roma, dispondo e ordenando que seu busto fosse colocado em uma das galerias do Vaticano''.
García Moreno presidiu aquele gênero de República que Deus abençoa e a Igreja aprova. Que reconhece o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo; em que o Estado mantém-se unido à Igreja, professa oficialmente a Religião e auxilia a Igreja na sua missão de salvar as almas; em que o ordenamento jurídico e as instituições são inspirados pelo respeito à lei natural, pelo Evangelho e pelos ensinamentos do Magistério da Igreja.
